SER MONÁRQUICO – UMA POLÉMICA, II
_A Ala dos Namorados, Jorge Colaço, 1922-27, painel de azulejos no Pavilhão Desportivo Carlos Lopes, em Lisboa
Como nada do que afirma no preâmbulo do seu texto me faz mover a bateria de neurónios que se preocupa com a ciência política, porque em parte já lhe respondi em comentário, neste e no seu blogue, e porque você nesse trecho nada acrescenta ao debate – apenas fazendo recurso a mais uma falácia do museu da filosofia, que sempre entretém plateias imbecis e faz tremer, de riso, as cadeiras, singulares, em que se sentam os sensatos – começarei onde no texto a referida pseudo «desmontagem» sua se ergue à vaidade de querer competir com a nobre arte da montaria.
Ainda, apenas, notas. 1.1. Comenta um meu comentário e não o texto publicado no meu blogue – passo, não vale a pena perder tempo com miudezas de baixa intriga, nem discutir modéstias e imodéstias: deixemos os truques aos ilusionistas. 1.2. Os desgostos. Não há contradição, nem paradoxo: os desgostos que não me disponho a discutir são os de alguém, os de um, os singulares e íntimos. Nem afirmo que há uma prova do desgosto de milhões… confronto que os desgostos colectivos já não são caprichos da emoção mas política. 1.3. Os Francos. Não, não é claro, não o é inequivocamente para todos os leitores; eis o que você afirma no texto Para os monárquicos (2): «Na prática, e pegando exactamente em D. Carlos, há que lembrar a ditadura de Franco – sim, quando o Rei via a coisa mal parada decidia fechar o Parlamento […]»; ora, usa-se Franco para o ditador espanhol e não para João Franco, aliás, foi a primeira vez que o li assim designado. A forma pela qual optou pode justamente confundir uma boa parte dos leitores – eu percebi.
1.4 O seu primeiro contra-argumento. Não afirmei em lugar algum que você defendeu um republicanismo totalitário, pelo que me parece que neste aspecto se defende de coisa nenhuma. A questão foi introduzida pela simples razão de que eu a introduzi, no desenvolvimento do meu raciocínio e do que antes, nesse texto, alego – não é assim que procede o pensamento: acrescentando matéria, ideias e progredindo?
Convida-nos de seguida a uma contagem de cadáveres (!), que quereria remontasse cinco séculos até à chacina de Aztecas, Maias, Incas; porém eu reportei-me claramente aos totalitarismos republicanos do século XX, afirmando, de facto, que os considerava mais lesivos que qualquer período tirânico da monarquia, não deixando de ressalvar que a comparação era «temporalmente injusta», uma vez que todas as civilizações foram monarquias, ou proto-monarquias, desde os primórdios da civilização humana, ou seja, admiti, como tal, que não faltaria onde encontrar «crimes das monarquias», mas nenhum século que tivesse sido tão devastado, como o foi o século XX, pelas tenebrosas formas de republicanismo que foram o nazismo, o fascismo, o comunismo, etc. Concluo nisto que a sua observação é inútil e apenas me fez desperdiçar mais duas vintenas de termos para lhe esclarecer o que sempre foi óbvio, sem ainda nada de novo ter sido trazido ao debate.
Como nada do que afirma no preâmbulo do seu texto me faz mover a bateria de neurónios que se preocupa com a ciência política, porque em parte já lhe respondi em comentário, neste e no seu blogue, e porque você nesse trecho nada acrescenta ao debate – apenas fazendo recurso a mais uma falácia do museu da filosofia, que sempre entretém plateias imbecis e faz tremer, de riso, as cadeiras, singulares, em que se sentam os sensatos – começarei onde no texto a referida pseudo «desmontagem» sua se ergue à vaidade de querer competir com a nobre arte da montaria.
Ainda, apenas, notas. 1.1. Comenta um meu comentário e não o texto publicado no meu blogue – passo, não vale a pena perder tempo com miudezas de baixa intriga, nem discutir modéstias e imodéstias: deixemos os truques aos ilusionistas. 1.2. Os desgostos. Não há contradição, nem paradoxo: os desgostos que não me disponho a discutir são os de alguém, os de um, os singulares e íntimos. Nem afirmo que há uma prova do desgosto de milhões… confronto que os desgostos colectivos já não são caprichos da emoção mas política. 1.3. Os Francos. Não, não é claro, não o é inequivocamente para todos os leitores; eis o que você afirma no texto Para os monárquicos (2): «Na prática, e pegando exactamente em D. Carlos, há que lembrar a ditadura de Franco – sim, quando o Rei via a coisa mal parada decidia fechar o Parlamento […]»; ora, usa-se Franco para o ditador espanhol e não para João Franco, aliás, foi a primeira vez que o li assim designado. A forma pela qual optou pode justamente confundir uma boa parte dos leitores – eu percebi.
1.4 O seu primeiro contra-argumento. Não afirmei em lugar algum que você defendeu um republicanismo totalitário, pelo que me parece que neste aspecto se defende de coisa nenhuma. A questão foi introduzida pela simples razão de que eu a introduzi, no desenvolvimento do meu raciocínio e do que antes, nesse texto, alego – não é assim que procede o pensamento: acrescentando matéria, ideias e progredindo?
Convida-nos de seguida a uma contagem de cadáveres (!), que quereria remontasse cinco séculos até à chacina de Aztecas, Maias, Incas; porém eu reportei-me claramente aos totalitarismos republicanos do século XX, afirmando, de facto, que os considerava mais lesivos que qualquer período tirânico da monarquia, não deixando de ressalvar que a comparação era «temporalmente injusta», uma vez que todas as civilizações foram monarquias, ou proto-monarquias, desde os primórdios da civilização humana, ou seja, admiti, como tal, que não faltaria onde encontrar «crimes das monarquias», mas nenhum século que tivesse sido tão devastado, como o foi o século XX, pelas tenebrosas formas de republicanismo que foram o nazismo, o fascismo, o comunismo, etc. Concluo nisto que a sua observação é inútil e apenas me fez desperdiçar mais duas vintenas de termos para lhe esclarecer o que sempre foi óbvio, sem ainda nada de novo ter sido trazido ao debate.
No que diz dos conluios de alguns monarcas com os fanatismos religiosos, todos os conhecemos, e concordaremos que um mês dos fornos nazis em funcionamento ocultam todos os fumos de todos os autos de fé! Quanto ao convite que me faz a «apenas hipóteses», as que aventa são de ficção científica… por que diabo irei eu imaginar as vítimas que teria originado a Guerra dos Cem Anos com os meios bélicos actuais – se isso nunca ocorreu?!? E que relação estabelece isso com as suas críticas à monarquia?? Não entendo, eu, nem ninguém. (Sic) «ou pense no que seria o controlo da sociedade por parte do Estado com os meios tecnológicos que actualmente temos». Não penso nada, homem, isso seria entregar-me consigo à perda de todo o sentido e entrar por aquelas veredas da incapacidade de pensar, em que a questão da existência de Deus é respondida por alienígenas de Saturno, que andam a plantar monolitos de metal no imaginário de alguma gente de alma mais excitada.
Não estou seguro, mas parece-me que é por esta altura que você esboça o seu segundo «contra-argumento».
2. Folgo em saber que concorda com pelo menos um argumento dos monárquicos («argumento que não houve consulta popular que legitimasse a transição para a República é muito válido e até concordo com a realização de um referendo»), mas isso é comum, quando se trata de algo evidente até para o meu piriquito de S. Tomé, que consegue dizer: Chegou o Rei! No entanto não é óbvio para mim de que «raiva» você fala, nem de quem, nem perante o quê – aqui apenas fico certo que essa «raiva», seja lá o que pretende dizer, não é minha.
O que de seguida diz, já me interpela, pela razão simples de que não tem cabimento: não, ninguém imagina, com toda a certeza, o Senhor Dom Afonso Henriques a fazer um referendo! Sabêmo-lo, sim, a vencer batalhas, a cortar a cabeça a um enviado papal, a não respeitar tratados nem juras, a não se vergar a nada nem ninguém, espada, escudo, espada, e a ser erguido, após a Batalha de Ourique, sobre o escudo, à velha maneira germânica, e a ser aclamado Rei; isto antes que um bispo dos bispos o confirmasse como «chefe de estado». Pois aqui tem, os homens escolhem reis desde o princípio dos tempos, como os Lusitanos escolheram «o das muitas vírias», porque Viriato ganhava batalhas e se erguia como chefe dos chefes. Simples – a monarquia foi, desde sempre, o sistema natural de governação dos povos bélicos… e todos o foram; salvo uma ou outra excepção de devoradores pacíficos e místicos de frutos de bananal, dos quais a História apagou o nome. Claro, não quero parecer demagogo nem poeta, a História não parou e a questão das relações – políticas – entre governantes e governados progrediram para formas de sociedade mais complexas… ou não teríamos tido um Cromwell, a Revolução Francesa, Karl Marx, o Regicídio, etc.
Quanto ao que diz de Espanha, deixo aos «espanhóis» – povo de que tanto se fala e não existe, mas os castelhanos, os galegos, os andaluzes, etc –, não sem o advertir a que estude mais da História recente do Reino de Espanha, aquela coroa que se apropriou da geografia romana… Quanto às demais monarquias europeias, nada que espante: não referendaram porque tal não lhes ocorre. A questão não existe na sua agenda política, nem tem por onde. E teria cabimento? Se essas monarquias garantem os melhores níveis de vida, democraticidade e desenvolvimento?
3. Parece-me ser agora o seu terceiro contra-argumento. Está você certo, é isso o que penso, e insisto e reitero: a República neste país perdeu toda a legitimidade; não funciona e sempre funcionou mal. Estou com dificuldade em seguir o seu pensamento emperrado e saltitante, no entanto continuemos.
3.1. Os males. Analfabetismo. O Portugal de hoje tem uma taxa de alfabetização e literacia inferiores à Roma do século II! Não continuemos, é triste.
Indústria. Compare todo esse período (1640-1910) em Portugal e na Rússia dos czares! Tudo é relativo, meu caro, está a comparar com que nação ou nações? Não refere.
Comboios. Não os houve durante grande parte desse período, esperou-se pela Revolução Industrial … Não existia a noção política de «Europa», e Portugal nunca foi uma super-potência, nem na ilusão cartográfica – atravessada pelo corso e a pirataria – do Tratado das Tordesilhas. Não o foi sequer o Reinado de Carlos V. Apesar da expansão além mar, Portugal e Espanha sempre foram reinos de médio poder no contexto dos seus pares europeus, e que bem o provaram os exércitos, a sorte dos ventos, o ultimato das diplomacias e a História, assim que Britânicos, Franceses, Holandeses e outros se fizeram também ao mar.
Analogias, ensino, etc. Não continuemos por aí, meu caro, não é comparável nem analógico – é você que tem a tendência para meter na mesma cesta pepinos frescos e fast food preparada para micro-ondas. Passo, o ensino, privatizado, público, ao deus dará, por meditação transcendental ou intuição inteligente é outra coisa, que nada esclarece do que você havia criticado à monarquia e eu defendido.
4. (Já estou pior que o Minotauro quando se esquecia das chaves da retrete no labirinto, mas acredito que neste ponto você tenta um novo contra-argumento.)
Aqui você é profundamente contraditório… Então quer um presidente vitalício e chamar a um tal regime: Monarquia?? Bom, de facto, cavalheiros como Hitler, Franco, Salazar, etc, foram belos exemplos de presidentes-reis, despóticos e assassinos, em República! Ó meu amigo, espero que não tenha nada contra botifarras de biqueira de aço, porque a dar tiros nos pés com essa frequência, acaba aleijadinho.
Perverte (o lapso ortográfico é seu) o regime (!), o rei teria que agradar (!) ??? Permita-me usar o pensamento analógico, que tanto lhe apraz: aquilo que você deseja, perverte-o? Deixemos os terrores sexuais do cristianismo para melhor altura.
Quanto à diferença prática, a mesma está toda esclarecida no meu texto, volte a lê-lo. Em resumo (o que previamente lhe disse): um rei não tem que ser aceite, é desejado, e um presidente não é eleito pelo povo, é levado a concurso pelos partidos e votado por uma maioria dentro de uma minoria: os eleitores que se encaminharam para as urnas – consulte os dados eleitorais das últimas presidenciais e registe quantos dos Portugueses escolheram Cavaco Silva… ficará espantado.
Pergunta você: «Poderá argumentar-se que a diferença reside na ligação à pátria, mas quem nos diz que um Rei é mais patriota que um Presidente?». Respondo: digo-lhe eu, e nisto de mais não preciso. Não obstante até as lagartas das couves, que não conhecem pátria, comigo concordariam. Um rei não tem partido e, no Portugal que estamos a ter, um rei, enquanto chefe de estado e símbolo da unidade e dignidade da nação, já teria dissolvido um governo como o actual, que aviltasse, no desprezo pelos poderes legítimos e competências de um rei, todos os Portugueses!
Não estou seguro, mas parece-me que é por esta altura que você esboça o seu segundo «contra-argumento».
2. Folgo em saber que concorda com pelo menos um argumento dos monárquicos («argumento que não houve consulta popular que legitimasse a transição para a República é muito válido e até concordo com a realização de um referendo»), mas isso é comum, quando se trata de algo evidente até para o meu piriquito de S. Tomé, que consegue dizer: Chegou o Rei! No entanto não é óbvio para mim de que «raiva» você fala, nem de quem, nem perante o quê – aqui apenas fico certo que essa «raiva», seja lá o que pretende dizer, não é minha.
O que de seguida diz, já me interpela, pela razão simples de que não tem cabimento: não, ninguém imagina, com toda a certeza, o Senhor Dom Afonso Henriques a fazer um referendo! Sabêmo-lo, sim, a vencer batalhas, a cortar a cabeça a um enviado papal, a não respeitar tratados nem juras, a não se vergar a nada nem ninguém, espada, escudo, espada, e a ser erguido, após a Batalha de Ourique, sobre o escudo, à velha maneira germânica, e a ser aclamado Rei; isto antes que um bispo dos bispos o confirmasse como «chefe de estado». Pois aqui tem, os homens escolhem reis desde o princípio dos tempos, como os Lusitanos escolheram «o das muitas vírias», porque Viriato ganhava batalhas e se erguia como chefe dos chefes. Simples – a monarquia foi, desde sempre, o sistema natural de governação dos povos bélicos… e todos o foram; salvo uma ou outra excepção de devoradores pacíficos e místicos de frutos de bananal, dos quais a História apagou o nome. Claro, não quero parecer demagogo nem poeta, a História não parou e a questão das relações – políticas – entre governantes e governados progrediram para formas de sociedade mais complexas… ou não teríamos tido um Cromwell, a Revolução Francesa, Karl Marx, o Regicídio, etc.
Quanto ao que diz de Espanha, deixo aos «espanhóis» – povo de que tanto se fala e não existe, mas os castelhanos, os galegos, os andaluzes, etc –, não sem o advertir a que estude mais da História recente do Reino de Espanha, aquela coroa que se apropriou da geografia romana… Quanto às demais monarquias europeias, nada que espante: não referendaram porque tal não lhes ocorre. A questão não existe na sua agenda política, nem tem por onde. E teria cabimento? Se essas monarquias garantem os melhores níveis de vida, democraticidade e desenvolvimento?
3. Parece-me ser agora o seu terceiro contra-argumento. Está você certo, é isso o que penso, e insisto e reitero: a República neste país perdeu toda a legitimidade; não funciona e sempre funcionou mal. Estou com dificuldade em seguir o seu pensamento emperrado e saltitante, no entanto continuemos.
3.1. Os males. Analfabetismo. O Portugal de hoje tem uma taxa de alfabetização e literacia inferiores à Roma do século II! Não continuemos, é triste.
Indústria. Compare todo esse período (1640-1910) em Portugal e na Rússia dos czares! Tudo é relativo, meu caro, está a comparar com que nação ou nações? Não refere.
Comboios. Não os houve durante grande parte desse período, esperou-se pela Revolução Industrial … Não existia a noção política de «Europa», e Portugal nunca foi uma super-potência, nem na ilusão cartográfica – atravessada pelo corso e a pirataria – do Tratado das Tordesilhas. Não o foi sequer o Reinado de Carlos V. Apesar da expansão além mar, Portugal e Espanha sempre foram reinos de médio poder no contexto dos seus pares europeus, e que bem o provaram os exércitos, a sorte dos ventos, o ultimato das diplomacias e a História, assim que Britânicos, Franceses, Holandeses e outros se fizeram também ao mar.
Analogias, ensino, etc. Não continuemos por aí, meu caro, não é comparável nem analógico – é você que tem a tendência para meter na mesma cesta pepinos frescos e fast food preparada para micro-ondas. Passo, o ensino, privatizado, público, ao deus dará, por meditação transcendental ou intuição inteligente é outra coisa, que nada esclarece do que você havia criticado à monarquia e eu defendido.
4. (Já estou pior que o Minotauro quando se esquecia das chaves da retrete no labirinto, mas acredito que neste ponto você tenta um novo contra-argumento.)
Aqui você é profundamente contraditório… Então quer um presidente vitalício e chamar a um tal regime: Monarquia?? Bom, de facto, cavalheiros como Hitler, Franco, Salazar, etc, foram belos exemplos de presidentes-reis, despóticos e assassinos, em República! Ó meu amigo, espero que não tenha nada contra botifarras de biqueira de aço, porque a dar tiros nos pés com essa frequência, acaba aleijadinho.
Perverte (o lapso ortográfico é seu) o regime (!), o rei teria que agradar (!) ??? Permita-me usar o pensamento analógico, que tanto lhe apraz: aquilo que você deseja, perverte-o? Deixemos os terrores sexuais do cristianismo para melhor altura.
Quanto à diferença prática, a mesma está toda esclarecida no meu texto, volte a lê-lo. Em resumo (o que previamente lhe disse): um rei não tem que ser aceite, é desejado, e um presidente não é eleito pelo povo, é levado a concurso pelos partidos e votado por uma maioria dentro de uma minoria: os eleitores que se encaminharam para as urnas – consulte os dados eleitorais das últimas presidenciais e registe quantos dos Portugueses escolheram Cavaco Silva… ficará espantado.
Pergunta você: «Poderá argumentar-se que a diferença reside na ligação à pátria, mas quem nos diz que um Rei é mais patriota que um Presidente?». Respondo: digo-lhe eu, e nisto de mais não preciso. Não obstante até as lagartas das couves, que não conhecem pátria, comigo concordariam. Um rei não tem partido e, no Portugal que estamos a ter, um rei, enquanto chefe de estado e símbolo da unidade e dignidade da nação, já teria dissolvido um governo como o actual, que aviltasse, no desprezo pelos poderes legítimos e competências de um rei, todos os Portugueses!
(E não me fale do «patriotismo dos Presidentes Americanos», a humanidade e a História já plebiscitaram os mais recentes como «maus monarcas»! E deixe lá a Rússia, homem, porque isso de falar-se da Rússia sempre que se fala dos EUA sempre foi o Benfica-Sporting da política de cervejaria.)
5. A sua opinião da monarquia não ser eticamente aceitável (cito-o): «pelo facto de, como já disse várias vezes, considerar que o filho do Rei não deve ser também ele Rei apenas por ser filho de quem é». Ah, mas é por isso? É por isso que não é eticamente aceitável?! Então você quereria que numa monarquia o herdeiro do trono não fosse o filho do Rei?? Então, quem??? Quem deveria ser, meu caro?… o filho do padeiro? do capitão de cavalaria? da acriz mais famosa? do homem mais rico? Quem?
Cito-o de novo: «A questão do "serem estáveis e tudo mais" é exactamente a mesma história das monarquias europeias serem muito boas: não me interessa, interessa-me analisar a legitimidade de um Regime e não as suas consequências práticas.» – Estou pasmado! Sem qualquer ironia, estou pasmado! Então que regime pode você conseguir conceber… a que possa ser conferida legitimidade por um povo… se as consequências práticas do mesmo… forem um péssimo nível de vida, pobreza, incultura, infelicidade, injustiça social, crime, gatunagem, corrupção, falta de liberdade e desprestígio, dentro e fora de portas, desse mesmo regime?? E aqui não posso deixar de lhe dizer, mesmo se vou ser pouco elegante: ó homem, então não fale de política, faça cronismo de culinária e doçaria!
5. A sua opinião da monarquia não ser eticamente aceitável (cito-o): «pelo facto de, como já disse várias vezes, considerar que o filho do Rei não deve ser também ele Rei apenas por ser filho de quem é». Ah, mas é por isso? É por isso que não é eticamente aceitável?! Então você quereria que numa monarquia o herdeiro do trono não fosse o filho do Rei?? Então, quem??? Quem deveria ser, meu caro?… o filho do padeiro? do capitão de cavalaria? da acriz mais famosa? do homem mais rico? Quem?
Cito-o de novo: «A questão do "serem estáveis e tudo mais" é exactamente a mesma história das monarquias europeias serem muito boas: não me interessa, interessa-me analisar a legitimidade de um Regime e não as suas consequências práticas.» – Estou pasmado! Sem qualquer ironia, estou pasmado! Então que regime pode você conseguir conceber… a que possa ser conferida legitimidade por um povo… se as consequências práticas do mesmo… forem um péssimo nível de vida, pobreza, incultura, infelicidade, injustiça social, crime, gatunagem, corrupção, falta de liberdade e desprestígio, dentro e fora de portas, desse mesmo regime?? E aqui não posso deixar de lhe dizer, mesmo se vou ser pouco elegante: ó homem, então não fale de política, faça cronismo de culinária e doçaria!
Depois, lá você me volta com a Rússia, para colocar ao mesmo nível o poderio externo dos estados totalitários – conseguido às custas da tortura, do assassinato, da guerra e do genocídio – com a minha defesa de uma monarquia democrática, nos efeitos práticos, altamente benéficos, sobre os povos europeus que as têm como regime! Etc, etc. Você acredita, verdadeiramente, nos disparates que vai escrevendo?
Por último, conclusão, ou lá o que é.
a) Não faço ideia do que se está a referir… Indique-me o «teor», que lhe procurarei responder.
b) Quanto ao seu nome, nomes, etc, nada tenho a dizer… Isso tem que pertinência?
c) Quanto ao você escrever «num dos blogues mais respeitados do país»… Ouviu isso onde, homem? Na internet?? E que importa? Confere a si uma maior credibilidade? Olhe que não, não e nunca, face à inteligência e ao tribunal da razão.
d) Dá por terminado, «definitivamente», que debate? Você nada consegue debater, é incapaz de produzir uma argumentação logicamente coerente, salta de termo para termo, de ideia bizarra para ideia bizarra e devora épocas, acontecimentos, séculos, como quem procura numa salada de frutas os pedaços de pomo que mais lhe agradam ao paladar… E tem a audácia de afirmar que debateu? Inaudito.
Digo-lhe só mais isto, meu caro polemista do blogue respeitado: o socratismo que se aprende nos liceus é um conto da carochinha. E proponho-lhe como reflexão para o resto da semana (que lhe desejo de paz e tranquilidade) o seguinte:
Os monárquicos portugueses são pessoas de bem, nenhum dano desejam a este País nem a este Povo, são, honestamente e sem reservas, patriotas, no sentido simples da palavra, que é amar. Não merecem, como tal, andar a ser falados – em boatos, anedotas e outros géneros de gáudio popularucho que querem passar por cronismo social e político –, como se fossem uns pobres tolos, ou lunáticos, que não tivessem meditado, fundamente, fundamente, sobre Portugal, o seu passado, o seu presente, o seu futuro e, acima de tudo, no bem estar, dignidade e progresso do nosso Povo e da nossa Pátria.
«O Rei é livre e nós somos livres!»
Cumprimentos.
Por último, conclusão, ou lá o que é.
a) Não faço ideia do que se está a referir… Indique-me o «teor», que lhe procurarei responder.
b) Quanto ao seu nome, nomes, etc, nada tenho a dizer… Isso tem que pertinência?
c) Quanto ao você escrever «num dos blogues mais respeitados do país»… Ouviu isso onde, homem? Na internet?? E que importa? Confere a si uma maior credibilidade? Olhe que não, não e nunca, face à inteligência e ao tribunal da razão.
d) Dá por terminado, «definitivamente», que debate? Você nada consegue debater, é incapaz de produzir uma argumentação logicamente coerente, salta de termo para termo, de ideia bizarra para ideia bizarra e devora épocas, acontecimentos, séculos, como quem procura numa salada de frutas os pedaços de pomo que mais lhe agradam ao paladar… E tem a audácia de afirmar que debateu? Inaudito.
Digo-lhe só mais isto, meu caro polemista do blogue respeitado: o socratismo que se aprende nos liceus é um conto da carochinha. E proponho-lhe como reflexão para o resto da semana (que lhe desejo de paz e tranquilidade) o seguinte:
Os monárquicos portugueses são pessoas de bem, nenhum dano desejam a este País nem a este Povo, são, honestamente e sem reservas, patriotas, no sentido simples da palavra, que é amar. Não merecem, como tal, andar a ser falados – em boatos, anedotas e outros géneros de gáudio popularucho que querem passar por cronismo social e político –, como se fossem uns pobres tolos, ou lunáticos, que não tivessem meditado, fundamente, fundamente, sobre Portugal, o seu passado, o seu presente, o seu futuro e, acima de tudo, no bem estar, dignidade e progresso do nosso Povo e da nossa Pátria.
«O Rei é livre e nós somos livres!»
Cumprimentos.


51 Comments:
Chegamos à conclusão que andámos quase 800 anos... errados!!
É para rir.
Natural e tem explicação: não é pedido um exame de História a esta gente quando ingressam nos partidos... :)
Feitios à parte, comungamos em algo comum. A Monarquia. Já dei aulas sobre a implantação da República e sempre tive o cuidado de transmitir a forma cobarde (obviamente q n mencionava este termo) de elementos partidários repúblicanos, Macenária e Carbonária em querer à força algo que o próprio povo não queria: A República!
Além de mais, eramos mais democratas qd Monárquicos, ou seja antes de 1910, pq se o povo quisesse mudar da monarquia para o republicanismo poder-se-ia fazer. Agora todos falam em democracia e mesmo que o povo quisesse a constituição não permite a mudança de República para a Monarquia.
Nunca pactuarei com o Regícidio, mesmo sabendo dos contínuos aditadamentos de dinheiro a D. Carlos, ou que ele mudava de Iate como de camisa. Todos temos as nossas falhas, mas se pensarmos bem com a república veio a instabilidade, as ditaduras e após o 25 de Abril, um novo rotatioviosmo político bem ao estilo do séc XIX, desta feita entre O PS e o PSD.
A História deveria servir para prevenir erros contínuos mas infelizmente a nossa nação não aprende! Bom 2009 e pelo meu lado, machado em baixo ;)!
Obrigado por teres vindo manifestar o teu apoio. Quando toca a rebate, não há querelas; os monárquicos são unidos. Não fosse isso, e por isso, nem eu estaria a perder tempo com esses palermas do Corta-fitas, blogue em que nunca vi qualquer interesse. Mas enfim, alguém acha que sim, e eu sou apenas um carrasco que sabe do machado.
O mesmo para ti.
Olhe, sabe que mais? Leve a taça. Se acredita que os seus argumentos são bons, é lá consigo. Eu já perdi a paciência para o chorrilho insultuoso e falacioso. Se o Klatuu tem uma formação filosófica assim tão boa, sabe perfeitamente o que escreveu e, ao saber, está deliberadamente a manipular quem o lê.
Aos que aqui me possam ler, pensem também o que quiserem. Mas se tiverem algum amigo com estudos em Filosofia, nomeadamente, em Lógica levem-lhe os dois textos, mas dêem-lhos apenas quando ele estiver sentado, porque eu dei um cheirinho do primeiro texto a um num corredor apressado e saudável foi coisa que ela não ficou.
As insinuações também são tristes. São o tipo de comentário que pretende descredibilizar o oponente para fazer os leitores desviar-se do cerne da questão.
Se o que o Klatuu pretende é procurar a verdade, pense sozinho sobre o assunto, tente refutar-se a si próprio (se calhar acha isso impossível) e veja onde param os erros de raciocínio.
Cumprimentos
P.S.: e não tente enveredar novamente pelo caminho da provocação, porque agora é definitivo, não vou continuar este debate consigo. Há gente que usa muito melhores argumentos que o senhor (?) e com quem terei o prazer de discutir, consigo, não. Se acha que isto é uma fuga, se acha que é meter o rabo entre as pernas ou que é medo do confronto de ideias, é problema seu, que eu cá nem me vou dar ao trabalho de "refutar" os seus "argumentos" que me fizeram rir durante a leitura do texto.
Você é uma amiba.
votos de um bom ano...li por alto o teu texto, mas acho que ele merece uma leitira mais aprofundada. Passo depois para o fazer
Se eu quisesse um presidente vitalício então eu iria preferir um rei, oras!
Não devias perder tempo com analfabetos funcionais.
Fora isso, eu amo-te, e quero mais que os perdigotos explodam-se!
Beijinhos.
PS: Hoje chegou pelo correio o presente da Tia Andorinha: um bordado lindo, um postal e um cartão.
Comeo a ver os vizinhos e porteiros e me olharem com uma pontinha de inveja...LOL!
PS: A hienas riem melhor.
Klatuu, esse senhor(?) é claramente um débil mental em estado terminal de imbecilidade... o teu tempo deveria ser-te mais caro e precioso, não o despedices desta forma, até porque ele não tem culpa: é óbvio que o senhor não alcança mais...
Um beijo
Mera vassalagem, forçada mas é, capacho onde o senhor e a senhora limparão os pés enquanto o povo agoniza.
O resto, reduzido a papel higiénico.
Abraço.
Quanto aos Blogues serem O melhor do país ou talvez arredores...tem direito a um quase silencioso e recatado pffffffffff!
Li atentamente todo o post.
Há quem se ria (?!)e há quem tente reflectir sobre as coisas.
Tal como tu, também fiquei pasmada com esta afirmação: "...interessa-me analisar a legitimidade de um regime e não as suas consequências práticas."
Não entendo, isto é de doidos.
É evidente que um regime tem que ter legitimidade mas daí a afirmar que as suas consequências práticas são irrelevantes...balelas que não interessam a ninguém..., a estabilidade social, bons referenciais a nível da saúde, educação, etc penso que é uma afirmação que só alguém com as suas capacidades mentais diminuidas seria capaz de produzir.
"...os desgostos colectivos já não são caprichos da emoção mas política."
Em cheio, Klatuu!
Beijinhos.
P.S. A Bia é uma fala-barato:))))
Mas gosto de dar presentes àqueles que amo...
Para a pessoa do blogue muito respeitado.
Você é um pulha. Depois de ler os artigos e os comentários é a conclusão. Não sabe escrever, dá erros, ortográficos e de sintaxe, quer escrever crónicas e escreve cábulas de conversas de autocarro e paráfrases de artigos de jornais, não pensa e é inculto. Por isto é apenas um medíocre, mas é um pulha porque é imoral, porque não lava a sua ignorância e acha-se sábio e é um manipulador.
As pessoas que gostam de ler este blogue são de todas as idades e inteligentes, muitas são licenciadas e algumas têm doutoramentos, mas o senhor pulha diz "Aos que aqui me possam ler, pensem também o que quiserem. Mas se tiverem algum amigo com estudos em Filosofia, nomeadamente, em Lógica levem-lhe os dois textos, mas dêem-lhos apenas quando ele estiver sentado, porque eu dei um cheirinho do primeiro texto a um num corredor apressado e saudável foi coisa que ela não ficou." como se falasse para idiotas. Eu li. O mau cheiro vem de si, fétido e asqueroso.
Acho que foste bondoso, depois de triturares deverias ter mijado em cima dos restos.
Beijo.
Klatuu o Embuçado;
Gostei do teu comentário no post anterior do «miúdo gótico».
LOL
Tristemente (ou quiçá, FELIZMENTE) nos confundem com os putos de escola que assistem às aulas de Filosofia onde não compreendem nada, são monárquicos sem saberem porquê e vestem roupinha comprada nas lojas alternativas só para serem diferentes.
Sabes, eu gosto desta imagem que criaram de mim... Gosto mesmo de ser mais um «miúdo gótico» e monárquico...
Amigo Klatuu, como um dia alguém disse: a estupidez devia ser dolorosa.
Um bom ano!
VIVA A MONARQUIA!
VIVA O REI!
Abraço
Estes gajos têm problemas, meu... :) E não nasceram com nenhuma nobreza, nem de alma nem de nada, são da classe «mérdia» e não têm classe: nenhuma arete no sentido natural; a natureza não os privilegiou e é a sociedade que lhes serve para se sentirem normais, através de a usarem como meio, no compadrio e no lobby cultural, do seu sucesso. Lembra-te:
isto é a república! Nada tem que ver com mais liberdade; mas sim com a inveja dos medíocres, mesquinha, inútil, tornada forte no número - que conspira contra a grandeza natural de alguns homens! Lembra-te:
que os primeiros nobres se erguem por uma razão natural das coisas! Depois passaram muitos milhares de anos... mas há a linhagem, o rio do sangue! Não interessam mil homens, se forem o caminho para que ressurja um - um, um só chega!
Ao que estes gajos querem e pensam eu limpo o cu. Não os queria ao pé de mim nem para me aquecerem a sopa. Esta gente é merda, e da rala. No fundo, são uma espécie de fungos que foram alimentados por um século de propaganda, mentiras e amnésia imposta pela república. O que, de facto, os espanta é aperceberem-se que o expandir do sentimento monárquico atravessa todos os extractos sociais e cativa cada vez mais a juventude. Querem confundir-nos com uma minoria de gente atávica não sei com que títulos... e depois não conseguem explicar que um carpinteiro ou um chofer de praça possam ser monárquicos. E isto desconhecem de todo:
que a nobreza natural é eticamente superior, sem necessitar de norma ou lei.
Abraço, Mr. Lynch!
VIVA PORTUGAL!
VIVA O REI!
VIVA A MONARQUIA|
P. S. Um dia haveremos de apertar a mão - isto te prometo -, vais ter uma agradável surpresa. Eu sei que vou. Vou conhecer um Monárquico e um Português.
P. P. S. Orgulha-te sempre da tua terra de operários, sempre, sempre!
LOL!!! Foda-se, She, tu és da estirpe da Joana D'Arc! ;)
O gajo é uma santola, e o mais preocupante é que dá aulas!!!
O palermóide não tem qualquer vigor intelectual, é incapaz de penetrar mais fundo que a casca das coisas. A Bia, com 14 anos, está já num nível de sagesa e sagacidade filosóficas 10 vezes superior ao animal! É esta a maior justiça ética da natureza do mundo que pode haver: a Bia ser superior por natureza ao verme do blogue respeitado - LOL! -, que é uma nulidade por natureza e uma aberração fétida por sociedade, associação criminal, cheiradela no cu em fila!!
Sabes como é isso dos blogues sérios respeitados?? É assim: A diz vão ler B, B diz vão ler C, C diz vão ler D, e D diz vão ler A! JAJAJAJAJAJA!!! Filhos da puta, cretinos e manipuladores.
Beijinho, Shezinha.
P. S. Até em relação onde mijo tenho pudor - mas este merecia.
Amiga Andorinha, para esta gente não tem que ter nenhuma, é tudo no livrito - nunca beijaram o chão! -, e é tudo desligado da realidade: por isso votam em merda acéfala como o actual Primeiro Ministro da «República Portuguesa»! - de Portugal nunca seria: Portugal cospe nesta gentalha!
Beijinhos.
P. S. A Bia merece, é feita de ouro doce... ;)
Eu passei no blogue respeitado, e na minha opinião ele é tão bom quanto óleo de rícino. Como estou em fase de aprendizado, e preferi abster-me de certas leituras. Um almanaque é bem mais interessante.
Tudo ratos, tudo com alma de despeja penicos, todos juntos não valem um pentelho do mais humilde dos rapazes que tenha combatido em Aljubarrota! Fugiriam, Ruela, fugiriam só de sentir no eco do chão a carga da poderosa cavalaria castelhana, acoitar-se-iam nas moitas como coelhos - sem desprimor para os bichos! -, atascados na sua própria trampa! :)
Abraço!
Minha mãe leu em voz alta para mim o blogue do rapazito guest list e disse-me que vou acabar ficando burra que nem anta se eu continuar lendo aquilo.
Olha que minha mãe é Republicana, mas leu o blogue dele tendo convulsão de riso.
Se eu resolvesse falar de República e Monarquia tenho certeza de que faria mais sucesso.
LOL!!! Isso, maninha, se aprende mais lendo casca de árvore! :)=
Pior que analfabeto funcional... o cara é um alfabeto desarrumado!
Explodam-se! :)
Beijinho, bebé.
P. S. Espera por minha prendinha chegar... Gostaria de ver sua cara... Eh-eh.
Só se eu tirar um foto na hora em que chegar a prendinha. Já fiquei toda assanhada com a da Tia...:)
Aprendo mais com o rabugento do Jesus.
Querida Clarissa... por vezes falta-me a compaixão! JAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJA!!!
Beijinho, loirita do gato... ;)
(O riso das hienas góticas.)
Bom Ano, amiga Carla.
E faria mesmo, tu é uma gênia de lâmpada mágica, e o cara tem inteligência de jumento! LOL
Espero que a Mami não tenha lido antes de você dormir, porque aquela porra lá pode até dar pesadelo!
Isso, tira fotinha pra mim nesse instante. Nem é pedir demais, já que tira foto até de peido! JAJAJAJAJA!!!
Beijinho, meu doce, vou no meu caixaozinho.
Isso é historinha boa... ouvir pessoa inteligente e sensata... ;)
Meu contributo:
MENSAGEM PRO MIÚDO DO BLOGUE RESPEITADO
Salvei a historinha boa para ouvir com atenção.
Beijinho.
P. S. E bom também pra você se acostumar à Língua Portuguesa «pre-histórica» falada... pra que possa ter sucesso na comunicação com os indígenas - tem índio à beça por cá! - quando subirmos na Serra da Arrábida e formos velejar no rio Sado! :)=
JAJAJAJAJA!!! Até antes de clicar eu já sabia! Essa porra dessa canção está a destruir toda uma geração de brasileiros! JAJAJAJAJAJA!!!
Beijinho, minha carrasquinha.
JAJAJAJAJAJAJA!!!
Em relação ao meu comentário no post anterior, isto mostra que estava errado...
Afinal o coveiro não é necessário, o cavalheiro enterra-se sozinho...LOL!
Abraço!
P.S. - o senhor do blogue respeitado nunca fica surpreendido por não perceberem o que ele escreve.
De facto, os génios são incompreendidos... mas o mesmo também acontece com os patetas!
Dá erros de sintaxe, de semântica e o camandro... e dá aulas... só visto, que contado ninguém acredita!
Menino, acabei de ver a "missão" que me destinaste (pelo tom sei que foste "tu") mas, infelizmente, não sei se vai ser muito fácil.
Os familiares directos desse meu antepassado eram umas bestas quadradas que se envergonhavam de ter na família um padre que, por dizer tudo quanto pensava e tentar esclarecer o "povo" ficou sem paróquia a mando do bispo e teve de sobreviver dando explicações de latim e filosofia aos filhos da fidalguia toda da região; envergonhavam-se de ter na família alguém que, por convicções monárquicas profundas se viu obrigado a sair da Pátria que tanto amava. Envergonhavam-se, enfim, de alguém que se atrevia a ter Carácter, no meio de uma escumalha de lambe botas e de gente "politicamente correcta".
Suponho que ninguém tenha dado valor à herança que ele deixou: à excepção de uns míseros contos de réis (que esses, claro, foram rapidamente reclamados), tudo se resumia a papéis, papéis, papéis e livros -toda a Riqueza que ele possuía mas à qual ninguém soube dar valor. E essa Riqueza toda, tão frágil, ficou abandonada, atolada no meio das merdices que não interessavam a ninguém, enfiada em caixotes, guardada em caves e comida por ratos. Só a venda de uma antiga propriedade da família as fez ver de novo a luz do dia e, tanto quanto sei, tudo (ou quase) foi deitado ao lixo, por estar destruído. Sobrou meia dúzia de livros de filosofia e uns poucos papéis, que vieram ter à única descendente viva. Encontrei-os este Verão, na cave lá de casa. Mal tratados como não mereciam. Nunca. Fiz o que pude e guardei tudo com o maior cuidado e carinho. Limpei, sequei… Mas pouco sobrou do que em tempos deve ter existido. De tudo o que ele escreveu só encontrei o poema que te enviei.
No entanto, garantiram-me que também existem umas cartas. Tenho andado a procurá-las mas ainda não tive sucesso.
Ou seja: para já, pelo menos, não tenho mais que te possa dar.
Quase um século de burrice crónica parece ter sido o suficiente para calar uma Alma que falava tão alto.
Há coisas que me metem nojo.
E o sitezinho que te pedi?! Conheces algum?!... Conhexes, conhexes?!
(Isto é a minha vozinha de pita mimada, mas acho que nem assim vai lá)
Beijo*
Muito bom Grande abraço.
Abraço, Nelson.
Vasculha! Aqueles poemas dele eram muito bons, vasculha nos caixotes, encontra as cartas, vê se anotou algo nos livros, etc.
Um dos melhores que conheço é o blogue do Luís Graça:
http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/
- mas este é fundamentalmente sobre a Guiné. Diz-me se serve.
Um intelectual dos blogues... :)
Abraço, Templário.
Hoje fui à Tijuca com minha mãe tirar a segunda via da minha Certidão de Nascimento, pois na segunda-feira tirarei RG e CPF. Lá eu comprei 27 postais, sendo que um deles é a sua cara: centro Histórico da Praça XV.
Amanhã vou dar uma passadinha em uma das residências de Dom João VI em Teresópolis. Viajo amanhã cedo e volto à noite. Vou tirar fotos. Cuide-se e não morra de saudades.JAJAJAJA!
Beijão.
Esse machado nunca tem descanso!
:D
Vou tratar disso, claro. Mas é difícil, como te disse.
Quanto ao site, só perguntanto. Não te pedi para mim; é para um amigo que queria isso com urgência (suponho que seja para algum trabalho mas não faço a mínima).
Beijo*
Há alguns anos tivemos um plebiscito pra que o povo se manifestasse pro ou contra o retorno da Monarquia. Uma intensa campanha do Tribunal Eleitoral procurou esclarecer o que significaria o retorno ao regime monárquico onde o rei governava por toda a vida e a substituição era feita dentro de uma linha sucessória familiar. Na ocasião pensei muito nas vantagens de nos transformarmos na única monarquia do continente americano, não daquele tipo de monarquia absoluta em que o “Estado sou eu”. Absolutismo por absolutismo já temos o rei, com perdão da palavra, Lula, governando por medidas provisórias e sonhando perpetuar-se no poder ao estilo do seu guru Chavez, o bolivariano. O Luís Inácio leva todo o jeito de um Luís XIV e já o vejo proclamando alto e bom som: “O Estado é eu”, numa manifestação tupiniquim do absolutismo caboclo.
Pensei na monarquia parlamentarista ao estilo britânico e espanhol, onde o rei ou rainha reinam, mas não governam. Já que vivemos num festival de gastança, porque não financiarmos a implantação dessa modalidade de governo estilo light. Garanto que as despesas com a manutenção da família real não ultrapassariam 10% da arrecadação da CPMF, ainda mais que todas as terras de Petrópolis são propriedades dos Orleans e Bragança que recebem anualmente o foro pago pelos atuais ocupantes e o laudêmio quando os terrenos e imóveis mudam de dono
Embora tivesse à última hora votado contra o retorno da monarquia, passei a pesquisar sobre os dois regimes. Faltou MARKETING para esclarecer a população acerca dos dois regimes, desta feita, óbvio que assusta a todos “alguém governar” a vida toda. A falta de esclarecimento foi conveniente para o atual regime
Bia diz que sou Republicana, e nem sei se sou mesmo. Não sou Monarquista. Não sou mais nada depois de tanta decepção com a vida política.
Com relação ao blog respeitado não consigo conferir credibilidade alguma aos textos que lá existem: contradições, erros de sintaxe, ortográficos, de construção frasal, semântica, e o que de fato me preocupa é ele ser professor. Provavelmente presta um desserviço à sociedade.
Beijos.
PS: Bia viajou, mas volta hoje mesmo. Antes de ir a Teresópolis, passou pela Quinta da Boa Vista aonde morou a família Real, mas a casa hoje não é aberta a visitação só mesmo o quintal.Hoje estou vistando os blogues a pedido dela.
Klatuu,
Polémicas á parte, independentemente de vivermos num regime monárquico ou repúblicano, o importante mesmo é que quem nos governa saiba o que está a fazer, e que o faça em função do povo que governa, e não olhando para o seu próprio umbigo. Que é afinal o que a maioria dos governantes fazem, não só em Portugal, como em todo o resto do mundo.
Abraço.
Ao contrário do poema que diz que não há machado que corte a raiz ao pensamento, o teu decepa incultura e estupidez.
Pela minha parte tenho andado um pouco afastado, pois os meus projectos estão a requerer cada vez mais tempo.
O livro está num limpo de falta de apoios, é preciso andar a bater de porta em porta em camaras municipais, empresas do sector, juntas, etc.
A agencia de mergulho, por seu lado tem consumido horas na elaboração do site, em contactos e no desenho de brochuras, cartões, logotipos, roupas...
Já agora dá um salto até www.nitrox32.eu e diz-me o que achas, ainda faltam umas páginas, mas o esqueleto está definido.
Tem um bom ano de 2009!
Meia desaparecida da blogosfera (mas por bons motivos ;), cá venho visitar os meus espaços de eleição, aproveitando para te desejar um fabuloso 2009!
Agora vou ler[te] e enriquecer-me mais um bocado.
Beijo grande
"...porém eu reportei-me claramente aos totalitarismos republicanos do século XX...
Aqui, feriu de morte o Tiago. Continuo republicano, mas, tenho plena consciência destes fatos. São fatos históricos, estatísticas consagradas. Por falar em estatística, é interessante lembrar que um líder republicano referiu-se a morte de milhões de pessoas como meras estatísticas.
"... as vítimas que teria originado a Guerra dos Cem Anos com os meios bélicos actuais...
Neste ponto, ele ainda subestima o poder do arco longo inglês. Para um fã, como eu, desta arma nobre, isto é inaceitável.
Além do mais, com os meios bélicos atuais, por certo esta guerra não seria conhecida como Guerra dos Cem Anos.
A melhor parte deste post é aquela em que afirma que não existe o povo espanhol. I want to believe, caro amigo! I want to believe! :) Daquele lugar, só aturo aqueles que praticam o vasconço.
Embora não concorde, gostei da expressão "ilusão cartográfica".
"...já teria dissolvido um governo.... Ah! Se isso fosse possível na maioria dos países, seria mais monarquista que você.
O Tiago centrou os seus argumentos baseado num princípio de que o melhor sistema é aquele que elimina menos seres humanos. Um equívoco, como você demonstrou. Outra maneira de comprovar este erro de uma maneira lúdica, é jogar a série Age of Empires, da Microsoft, ou Civilization, de Sid Meier. Em ambos os jogos, a ação transcorre desde os primórdios da civilização até os dias atuais. Da anarquia, à república mais moderna. Se o jogador contar o número de vítimas em uma partida - a qual pode demorar meses, comprovará que o número de mortos nos sistemas republicanos são superiores aqueles dos sistemas mais primitivos, como o feudalismo, a monarquia, etc. Aliás, nem precisa se dar ao trabalho de contar, pois no final de cada partida é apresentada uma estatística com o número de baixas - humanas e materiais, ao longo do jogo, e respectivas a cada regime de governo adotado pelo jogador na linha do tempo.
Sou monarquista do século XIX para trás, e republicano do século XX em diante. Apesar dos totalitarismos lesivos, continuo republicano. Porém, reconheço que a monarquia tem lá o seu charme e tentação.
Volto para a próxima.
Um abraço!
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